MPPI obtém a condenação de réus pela prática de tentativa de homicídio contra ex-prefeito de Cocal - Portal do Águia - Portal de Noticias do Piauí

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10 de abril de 2026

MPPI obtém a condenação de réus pela prática de tentativa de homicídio contra ex-prefeito de Cocal


O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), representado pelo promotor de Justiça João Malato Neto, conseguiu a condenação dos réus Domingos Gonçalves Pereira e José Maria Siqueira, a penas de 8 anos, e 7 anos e 8 meses de reclusão em regime fechado, respectivamente , em julgamento realizado na Comarca de Parnaíba, nessa quinta-feira, 09 de abril de 2026.

Os condenados foram levados a julgamento pela prática do crime de tentativa de homicídio qualificado mediante pagamento de recompensa e utilizando-se de recurso que impossibilitou a defesa da vítima (artigos 121, §2º, I e IV c.c 29 c.c 14, II, todos do Código Penal), posto que no dia 24 de janeiro de 2013, por volta das 07h30, em uma estrada vicinal situada na localidade denominada Videl, na zona rural do município de Cocal, os acusados participaram ativamente na tentativa de assassinato da vítima Raimundo Nonato Fontenele Cardoso, ex-Prefeito de Cocal, no período de 2021 a 2024, o qual foi atacado com um disparo de espingarda efetuado pelas costas.

Consta nos autos, que o condenado José Maria Siqueira, que exercia na época o cargo de presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Cocal, almejando impedir que a vítima concorresse ao cargo nas eleições que se avizinhavam, premeditadamente, contratou o outro condenado, Domingos Gonçalves Pereira, oferecendo-lhe a quantia de R$ 5.000,00 para que matasse a vítima. Na sequência, ele abordou a vítima em uma estrada rural, simulando um assalto e em seguida, desferiu-lhe um tiro de espingarda, porém, esta não faleceu, em virtude de uma mochila que carregava ter providencialmente absorvido o disparo, impedindo a sua morte.

“Este crime, à época dos fatos, causou grande repercussão na sociedade de Cocal, onde a população clamava por justiça em virtude da violência do crime cometido”, enfatizou o promotor João Malato.


Coordenadoria de Comunicação Social

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